sábado, 5 de novembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Helena Sarmento canta na Livraria Lello
Há passos felizes! A fadista Helena Sarmento gravou o tema “Fado dos Meus Passos”, um dos vídeos de promoção do seu disco “Fado Azul”, na Lello e, no próximo dia 13 de Outubro, às 21.30 horas, irá actuar numa das mais belas livrarias do mundo.
Quis o destino [ou o fado] que Helena Sarmento fosse convidada para cantar no âmbito da apresentação do livro “Ao Fado Tudo se Canta?” do também fadista, compositor, letrista, escritor e editor Daniel Gouveia. A obra resulta «de 5 anos de trabalho, resumindo 40 anos de reflexões, conversas e investigações sobre o tema». Entre as diversas abordagens efectuadas pelo autor, destaque para a «análise de todas as teorias actuais para as origens do Fado; revelação e publicação de pautas com fados do séc. XIX e princípio do séc. XX (tocadas nos exemplos musicais); propostas para definir as fases de evolução do Fado e dos fadistas; análise dos procedimentos poéticos e de classificação dos fados Tradicionais e do Fado-Canção; o bem cantar e o mal cantar o Fado; as relações do Fado com o Tango, o Bolero e o Flamenco; a revelação de um plágio feito por compositores argentinos de Tango a “O Cochicho” e, ainda, uma menção ao fado e Canção de Coimbra».
Quis o destino [ou o fado] que Helena Sarmento fosse convidada para cantar no âmbito da apresentação do livro “Ao Fado Tudo se Canta?” do também fadista, compositor, letrista, escritor e editor Daniel Gouveia. A obra resulta «de 5 anos de trabalho, resumindo 40 anos de reflexões, conversas e investigações sobre o tema». Entre as diversas abordagens efectuadas pelo autor, destaque para a «análise de todas as teorias actuais para as origens do Fado; revelação e publicação de pautas com fados do séc. XIX e princípio do séc. XX (tocadas nos exemplos musicais); propostas para definir as fases de evolução do Fado e dos fadistas; análise dos procedimentos poéticos e de classificação dos fados Tradicionais e do Fado-Canção; o bem cantar e o mal cantar o Fado; as relações do Fado com o Tango, o Bolero e o Flamenco; a revelação de um plágio feito por compositores argentinos de Tango a “O Cochicho” e, ainda, uma menção ao fado e Canção de Coimbra».
«Estou encantada com este convite! O Porto é a minha cidade do coração e a livraria Lello é um dos lugares mais simbólicos da Invicta. É um local magnífico e extremamente acolhedor, perfeito para esta simbiose entre livros e música», explica Helena Sarmento, acrescentando que «a ideia de filmar lá um dos meus vídeos promocionais foi sobretudo emocional. É de facto um espaço que me fascina. Depois, a simpatia imensa com que fui convidada para este evento por Antero Braga e Daniel Gouveia, torna o momento muito especial. Sinto-me em casa!».
Esta é uma oportunidade para conhecer o primeiro disco de Helena Sarmento e de contactar com Daniel Gouveia, na qualidade de autor de uma obra fundamental para melhor se compreender este género musical, candidato a património da humanidade.
Duas gerações que se cruzam em nome do Fado, numa noite de Outono, na livraria mais bela do mundo! A entrada é livre.Esta é uma oportunidade para conhecer o primeiro disco de Helena Sarmento e de contactar com Daniel Gouveia, na qualidade de autor de uma obra fundamental para melhor se compreender este género musical, candidato a património da humanidade.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Helena Sarmento actua no Casino Estoril
Com o repertório de FADO AZUL, o seu primeiro disco, Helena Sarmento actua, no próximo dia 4 de Outubro, às 21h30, no Auditório do Casino Estoril.
Nas palavras de Fernando Dacosta, que prefacia o álbum, «Helena Sarmento afirma-se, pelo estilo próprio, voz singular, repertório original, comunicabilidade envolvente, uma referência nesse movimento já irreversível. O seu presente CD coloca-a, a partir de agora, na primeira linha dos fadistas fadados para puxar-nos o futuro.”
Mas outras palavras foram, ainda, escritas sobre o disco:
(…) Sem descurar a tradição, abrem-se portas a uma atitude de combate (que não esquece a ternura) e de luta pela mudança (que não ignora as regras). É um disco de particular coerência, que vai obrigar ao regresso constante.
João Gobern, jornalista e critico de música
Livre de dogmas, com Helena Sarmento o fado bebe da tradição mas a ela não se verga, porque Fado é vida, é destino mas não sentença.
Andreia Gouveia, jornalista
Com poemas originais escritos por joão gigante-ferreira e por Joaquim Sarmento, a maioria das 13 faixas de Fado Azul, reporta a fados tradicionais, cantados com palavras novas, escritas especialmente para si. «As palavras que, se soubesse escrevê-las, seriam as que quereria cantar», diz a fadista, advogada de profissão.
Inteiramente original [Fado Intervenção] com música de Tino Flores é outro tema que faz parte deste primeiro trabalho de Helena Sarmento, bem como dois covers de temas de irrenunciáveis referências da intérprete: Amália e José Afonso.
Será convidado especial da jovem fadista Vítor Duarte Marceneiro. “Admiro imenso o Vítor. Como fadista, como pessoa, e pela forma como honra o nome que transporta, nome esse que é uma das maneiras mais belas de dizer a palavra fado», explica Helena Sarmento.
A Samuel Cabral, Paulo Faria de Carvalho e Amândio Pires caberá a missão de dar voz à guitarra portuguesa, à viola de fado e à viola baixo, respectivamente.
Nas palavras de Fernando Dacosta, que prefacia o álbum, «Helena Sarmento afirma-se, pelo estilo próprio, voz singular, repertório original, comunicabilidade envolvente, uma referência nesse movimento já irreversível. O seu presente CD coloca-a, a partir de agora, na primeira linha dos fadistas fadados para puxar-nos o futuro.”
Mas outras palavras foram, ainda, escritas sobre o disco:
(…) Sem descurar a tradição, abrem-se portas a uma atitude de combate (que não esquece a ternura) e de luta pela mudança (que não ignora as regras). É um disco de particular coerência, que vai obrigar ao regresso constante.
João Gobern, jornalista e critico de música
Livre de dogmas, com Helena Sarmento o fado bebe da tradição mas a ela não se verga, porque Fado é vida, é destino mas não sentença.
Andreia Gouveia, jornalista
Com poemas originais escritos por joão gigante-ferreira e por Joaquim Sarmento, a maioria das 13 faixas de Fado Azul, reporta a fados tradicionais, cantados com palavras novas, escritas especialmente para si. «As palavras que, se soubesse escrevê-las, seriam as que quereria cantar», diz a fadista, advogada de profissão.
Inteiramente original [Fado Intervenção] com música de Tino Flores é outro tema que faz parte deste primeiro trabalho de Helena Sarmento, bem como dois covers de temas de irrenunciáveis referências da intérprete: Amália e José Afonso.
Será convidado especial da jovem fadista Vítor Duarte Marceneiro. “Admiro imenso o Vítor. Como fadista, como pessoa, e pela forma como honra o nome que transporta, nome esse que é uma das maneiras mais belas de dizer a palavra fado», explica Helena Sarmento.
A Samuel Cabral, Paulo Faria de Carvalho e Amândio Pires caberá a missão de dar voz à guitarra portuguesa, à viola de fado e à viola baixo, respectivamente.
Bilhetes à venda nos locais habituais e em http://www.ticketline.pt/
domingo, 25 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
FADO DOS MEUS PASSOS
Filmado em ruas e locais emblemáticos da cidade do Porto, designadamente naquela que é considerada uma das mais belas livrarias do mundo - a Livraria Lello.
Videoclip idealizado e realizado por Frederico Corado, com assistência de realização de Hélder Magalhães e Produção Entrar Em Palco.
Make Up de Marta Roque http://www.martaroque-makeup.blogspot.com/
(Anjos Urbanos Cabeleireiros)
FADO 23 DE AGOSTO
FADO 23 DE AGOSTO
As gaivotas perfiladas
No silêncio do sol-pôr
Barcos velas amuradas
Tudo olha o meu amor
As gaivotas mergulhadas
No silêncio do sol-pôr
Esqueci-me dos teus dedos
Debaixo da minha pele
São dez esses segredos
Todos feitos do teu mel
(Apetecem-me os teus dedos
Debaixo da minha pele)
Perfumada do sorriso
Dos teus lábios tenho a boca
Fecho os olhos se preciso
Cantar-te com a voz rouca
Segredar-te ao ouvido
Dos teus lábios tenho a boca
Labirinto da cidade
Acaso de andar perdida
Encontrar-me de verdade
No meio da minha vida
Adormecer sem idade
Do sonho fazer partida
E tudo levar comigo
As gaivotas no meu bolso
Os teus dedos no umbigo
Do amor o alvoroço
Alfazema do teu riso
Quatro beijos no pescoço
joão gigante-ferreira
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